A ilustração apresenta uma mulher sentada em frente a janela, com um olhar triste enquanto observa a chuva, representando a depressão.

Afinal, tristeza sem motivo é depressão?
Não necessariamente. Em alguns momentos, a tristeza pode estar associada a questões do nosso inconsciente. Ela pode se manifestar quando recebemos estímulos externos que nos afetam sem que nosso lado racional perceba. Nesses casos, a tristeza pode acontecer por conta de sentimentos como o de saudades, raiva, sono e até fome. É um sentimento normal que não afeta nossa produtividade. Mesmo tristes conseguimos fazer as tarefas simples do dia a dia.

Mas como saber diferenciar se você está sentindo uma tristeza comum ou se essa tristeza pode estar associada a um quadro de depressão?

A tristeza comum basicamente é um sentimento passageiro. Nos sentimos sem ânimo, insatisfeitos e até com vontade de chorar. Porém, essa é apenas uma situação ruim, que deve melhorar em um ou dois dias.

Já na depressão a intensidade, a duração e o impacto do sentimento de tristeza são bem maiores. Além disso, a depressão inclui não só a tristeza, mas também angústia, apatia, pensamentos pessimistas, choro, problemas com sono. Quando associada a um quadro de depressão, a tristeza costuma persistir por um tempo maior que duas semanas, mesmo sem razão aparente, e deixa o indivíduo incapaz de realizar suas tarefas básicas do dia a dia, como tomar banho e escovar os dentes, prejudicando sua produtividade e autoestima. É comum a sensação de estar sem rumo, sentimento de culpa, isolamento social, além do excesso ou falta de apetite.

Só um profissional pode avaliar se há realmente um quadro de depressão e, consequentemente, a necessidade do uso de medicamentos, combinado com a psicoterapia. Então, se você está passando por uma situação semelhante, busque ajuda de um profissional de psicoterapia o mais rápido possível!

Para ler mais sobre o assunto, acesse esse link.https://www.nucleode-stress.com.br/depressao/

MARINA REIS TEBAR
CRP 06/101325
Graduada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Formação em Terapia Racional Emotiva Comportamental, Pós-Graduação em Neuropsicologia e Psicopedagogia e cursos de extensão nas áreas de Dependência Química e Tecnológica e Transtornos de Personalidade.

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