foto de uma mulher jovem com câncer sentada em um sofá e com um semblante sério

Um dos transtornos mais comuns entre pacientes oncológicos é a depressão. Ela pode surgir em qualquer etapa após o diagnóstico e durante o tratamento, caracterizada pela apatia e desânimo excessivo que acomete a pessoa com câncer.

A depressão pode interferir negativamente na vida do paciente, uma vez que pode contribuir para que ele desenvolva comportamentos destrutivos e não siga corretamente as orientações de tratamento. Além disso, os sintomas causados pela depressão como desânimo, tristeza, insônia, pensamentos negativos acerca do tratamento e do futuro, acabam trazendo mais prejuízos à adesão do paciente, já que tratamento oncológico é muitas vezes longo e desgastante, tanto física quanto emocionalmente.

Nestes casos, o atendimento psicológico é indicado e pode ser necessário associá-lo a um acompanhamento psiquiátrico. Enquanto um trata os sintomas emocionais da depressão, o outro trata seus sintomas físicos.

Além disso, o profissional poderá observar quais sintomas estão realmente ligados ao quadro depressivo e quais são decorrentes do próprio tratamento contra o câncer, como irritabilidade e inquietação, sentimento de inutilidade, pensamentos e/ou desejos de morte, pessimismo, oscilações de humor, dificuldade de lidar com pensamentos e sentimentos, perda do interesse ou prazer nas atividades diárias, no contato social e sentimentos de culpa, relacionados ao adoecimento e à necessidade de cuidados provenientes de familiares e amigos.

O tratamento da depressão deve ser encarado como um complemento ao tratamento oncológico. Com a saúde mental em dia, o paciente consegue lidar de maneira mais positiva com o tratamento do câncer.

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Adriana Furer Barreto (Parceira)
CRP 06/81265

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